segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
BALIZAS NAS BANDAS E FANFARRAS DA BAHIA: Como espectador, dirigente e coreógrafo de Bandas e Fanfarras aqui no estado da Bahia, sinto a carência e necessidade de um julgamento mais árduo no que diz respeito as balizas da Bahia, a necessidade de um aprimoramento mais eficaz para uma boa competição, compreendo até o desenvolvimento de nossas balizas e a força de vontade no que compreende a esse item, mais mesmo assim torna-se vazio tal competição, não trazendo sua real condição técnica que vão de seu uniforme até seus aparelhos para desenvolvimento. Vale ressaltar que o que vale a pena é simplesmente o nosso crescimento artistico e no que diz respeito a ela, seria até uma forma de inclusão no regulamento de nossa associação para o campeonato de 2010, dando uma lto valorização em nossas grandes artistas de nossas coorporações!Vale a pena ressaltar mais uma vez que não estou fazendo criticas e sim sugerindo de tal forma para melhor qualificação!Como a Gostaria de falar que Ginástica Rítmica começou como variação da Ginástica Artística. Durante a II Guerra Mundial, houve um período conhecido como Bloqueio Ginástico, devido à proibição alemã da prática do esporte. Justamente após este período, começaram a surgir na Europa os primeiros esboços da Ginástica Rítmica em si, como um modo de aliar ritmo e expressividade aos movimentos da Ginástica tradicional. Na década de 1930, o músico e professor de Educação Física Heinrich Medau introduziu a bola, o arco e as maças no esporte enfatizando seu uso e a interação dos aparelhos com o corpo. Na tentativa de suavizar os movimentos bruscos e suntuosos praticados pelos homens na Ginástica Artística, aos poucos foi-se introduzindo música e novos aparelhos para exaltar a feminilidade das ginastas. Nesta época, vários países inovavam os exercícios tradicionais da Ginástica Artística de acordo com seus costumes e folclore.
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